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O filme é lento, poroso e em duotone. Cheio de caras, bocas, expressões e inexpressões, passou meio batido na época em que foi lançado e virou cult entre os apreciadores de filmes do gênero. Tentei assistir ontem e dormi antes da metade mas, no início da década de 70, achei o máximo.
(Uma das poucas vantagens da idade avançada é aguçar o senso crítico...)
A curiosidade é a seguinte: no papel de um ascendente do Darth Vader está um descendente do homem-macaco! Johnny Weismuller Jr, filho do eterno Tarzan, defende com garbo um dos “chrome-robots” que infernizam a vida do pobre THX.
É dura a vida de artista...
Obs.: os milhares e milhares de leitores que esperavam mais uma “Chaturinha Cinematográfica” vão me perdoar, mas essa era fácil demais.
É dura a vida de artista... essa é a frase!
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