quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

REAL MADRID 1 X 1 BARCELONA

Com todo respeito aos que pensam diferente, acho que já tem uma data que Real e Barcelona jogam futebol. O resto é lembrança, paixão pelo time, etc.

No primeiro tempo o Real marcou forte a ponto do goleiro do Barcelona ter sido obrigado, por duas (02) vezes, a dar chutões pra frente.
Um desânimo não é? Bom é ver Flamengo X Madureira com média de quinze (15) “ligações diretas” - só do goleiro - por tempo de jogo.

O jogo do Real é rápido, com passes longos enquanto o Barcelona é aquela coisa “não está mais comigo”. Chances dos dois lados, bola na trave, zagueiro do Real tirando na linha com goleiro batido e muitas jogadas de encher os olhos.

Durante a transmissão, volta e meia entra uma câmera colocada bem de cima para baixo. Numa dessas, o Barcelona tinha a posse de bola e os 20 jogadores de linha ocupavam menos de 30 metros do campo. Toca daqui, toca dali, o Messi escapa, entrega pro Iniesta que dá um passe mágico para o Jordi Alba perder o gol.
Chatura, né? Bom é Mamoré X Cruzeiro.

5 do segundo tempo, bola espirrada no campo do Real, Messi chega tal e qual um foguete e toca de prima pro Fabregas fazer 1 X 0 Barcelona.

O Mourinho tira o Benzema e coloca o Higuain. A TV mostra o crédito: “sai Benzema entra Alberto Morata”!!! (Será que eu tô mais doido que o normal?)

Tomando 1 a 0 em casa, o Real se manda pro ataque e o Barcelona deita e rola. Fabregas e Pedro perdem gols incríveis. E o jogo continua da melhor qualidade.

Aos 36, Varane - aquele zagueiro que tirou em cima da linha no primeiro tempo - empata o jogo. (Se eu estivesse em Londres iria apostar que esse francezinho vai acontecer na Copa 2014.)

Bombardeio final do Real e acaba mais um jogão.
A tal da “Copa do Rei” pelo menos serve pra gente ter, no mínimo (somadas as duas partidas do campeonato espanhol), quatro chances de ver futebol.

segunda-feira, 28 de janeiro de 2013

ESCHATOLOGICAL EXPLANATION

Manja furúnculo... Na bunda?
(Coisa de velho, já sei!)

É uma daquelas ocorrências que te fazem pensar no sentido da vida, na infinitude do universo, na Ação Penal 470, na possibilidade de entrar para as estatísticas de chacinas em geral e por aí vai.

Em face das agruras de momento, estou limitando, em muito, minha permanência frente ao monitor...
Mas, não se animem. Já está quase bom.

quinta-feira, 24 de janeiro de 2013

A VIDA COMO ELA É

Era uma vez a Margaridinha.
Bebezinha fofa, caçula, cresceu num lar normal com pai, mãe, irmã e irmão.
Logo cedo aprendeu que podia conseguir as coisas sem muito esforço. Quando criança bastava uma birrinha seguida de choro “sincero” e “sinceros” pedidos de desculpas.

Mais tarde, já adolescente, aprendeu também que era só aprimorar e ajustar suas qualidades às novas situações. Aí, já grande e bonita, era só piscar os olhinhos, tremer o beicinho e fazer carinha de indefesa coitadinha que suas vontades se realizavam. 

Era a perfeita atriz familiar. Graças à constante distribuição de elogios fáceis e tão descaradamente falsos que acabavam soando verdadeiros, além de uma entonação que, aos desatentos, realmente parecia vir do fundo da alma, conseguiu que todos a vissem como “maluquinha”, mas de bom coração.

E com tanta facilidade e a praia logo ali, pra que estudar?
Melhor era se divertir com os muitos amiguinhos que a desfrutavam alegremente formando uma fila que ficou famosa no clube do bairro.

O tempo foi passando, o irmão casou e mudou, a irmã casou e mudou e o pai, que fazia todas as suas (outras) vontades, morreu. Era preciso arranjar outro encosto. A irmã era uma força relativa, o irmão outra, a mãe se debatia tentando fazer com que Margaridinha tomasse um rumo na vida, mas não tinha jeito. Ela não nascera para praticar essas coisas chatas como trabalho, estudo, obrigações, caráter, etc.

Quando precisava de mais dinheiro do que conseguia tirar da mãe ou dos irmãos, arranjava um trampo temporário que a mantivesse num mínimo de vida social. Mais um trambique aqui outro acolá e, quando a coisa apertava, era só fugir para a casa do irmão - que morava em outra cidade - ou contar uma história triste para a irmã ou fazer a cena bem feita para a mãe dar um jeito ou tudo isso junto.

Arrumou um desavisado e, rapidamente, se juntou. Acostumada às alegrias da vida anterior, a adaptação foi difícil. Mas raciocinou que era melhor ficar ali, tomar todas com o eleito, ir à Disney, fazer lipos, plásticas e coisas do gênero (para alimentar as fantasias do marido)
do que voltar à vidinha praiana e clubística.

Um tempo depois do casamento a irmã morreu e, com a mãe em depressão pela perda da filha e o irmão morando longe, Margaridinha teve que cuidar dela. “Ai! É uma barra, viu?”
Inventava tudo que podia para ficar livre dessa tarefa chata e comemorou muito quando o irmão levou a mãe pra cidade dele.

Ocorre que a irmã não teve filhos e deixou uma herança a ser dividida entre a mãe e o viúvo (estranhas leis essas nossas). Não era grande coisa mas, sendo todos da mesma laia, Margaridinha, o marido e o viúvo logo armaram uma arapuca pra dar um golpe na macróbia.
Para azar deles, o irmão, mesmo de longe, sacou a jogada e emperrou a situação não deixando que a mãe assinasse nada.

A primeira estratégia foi tentar vencer o cara pelo cansaço. Conversas com argumentos dos mais estapafúrdios, telefonemas constantes e insistentes, mas ele não cedia e a mãe, ainda lúcida, também não. 

Com o tempo passando, resolveram então partir para os finalmentes. Arrumaram um advogado esperto, enganaram a mãe e o irmão e, na “calada da noite”, conseguiram um juiz que, em tempo recorde, concedeu uma interdição fazendo com que Margaridinha virasse tutora.
Daí era só esperar um tempinho e, como tutora, assinar, pela mãe, tudo o que precisasse ser assinado.

Margaridinha se deu bem, botou mais uma graninha na conta e continua fazendo o papel que sempre fez. Claro que, a cada dia, ela engana menos gente, mas isso não tem importância. Importante é que não falte o “red”, que as plásticas estejam bem feitas e que a Disney esteja sempre lá pra garantir a diversão.
(Apesar de que, nos momentos de devaneio, ela ainda se lembre, com um ligeiro aperto nas partes baixas, da fila do clube.)

E assim termina essa edificante história que me fez lembrar
do Nelson Rodrigues...

quarta-feira, 23 de janeiro de 2013

ESQUENTANDO OS TAMBORINS

Titulozinho original pacarái né, véi?
Mas, é pra equilibrar com essa (até que enfim!) grande sacada carnavalesca que você pode ver aqui:


Só queria ver o infográfico da Mangueira que, esse ano, promete vir com duas baterias pra avenida.
Ou a galera, na arquibancada, vai endoidar de vez ou vai virar o samba do crioulo doido.
A conferir...

segunda-feira, 21 de janeiro de 2013

EFEITO GISELE?

No ano passado comentei aqui sobre o coitadinho do Tom Brady: http://hajamuuitosaco.blogspot.com.br/2012/02/tadinho.html

Cheio de recordes, entupido de dólares e pleno de Gisele. Precisava mais? Pra mim, e certamente pra você amável leitor, acho que não.

Mas, o ser humano é insaciável. Aí, lá foi ele pra mais uma tentativa de bater mais recordes e... (tudo bem que os americanos medem recordes até de mililitros de mijada mas o cidadão já podia aquietar)... foi pro saco.

Contrariando as expectativas, o New England perdeu a semifinal e o Superbowl desse ano vai ser San Francisco X Baltimore.

(Sou San Francisco desde pequenininho por causa do Joe Montana -
o melhor e mais carismático quarterback que já vi.)

sábado, 19 de janeiro de 2013

quinta-feira, 17 de janeiro de 2013

O POVO E O REI

Paulo Emilio de Medeiros

Imagine um país que tem o mesmo rei há 66 anos.

Imagine que esse rei durante muitos anos percorreu o país de ponta a ponta, visitando os lugares mais remotos, conversando com o povo. Imagine também que o mesmo rei durante anos e anos entregou pessoalmente os diplomas aos formandos em universidades do país. Imagine ainda que o rei e, posteriormente, sua esposa e filhos iniciaram e apoiaram numerosos projetos de cunho social.

Não precisa imaginar; esse país existe: é a Tailândia. Desde 1946, o Rei Bhumibol Adulyadej (ou Rama IX) é o monarca reinante. Hoje com 85 anos de idade, é venerado e respeitado pela grande maioria do povo.

As primeiras fotografias abaixo retratam as celebrações de seu aniversário, em 5 de dezembro de 2012, em Bangkok. A última fotografia é de sua coroação, em 1950. 


terça-feira, 15 de janeiro de 2013

PEGANDO NO TRANCO


É o que estou tentando fazer.

E, garanto, estou “dando tudo de si”...
Tudo correndo bem, daqui a pouco as coisas voltarão a fazer sentido.

Ou não.

quarta-feira, 9 de janeiro de 2013

ANO NOVO?


Enchentes, picaretagens, promessas, politicagem, infindáveis mensagens piegas de esperança, paz mundial e outras sinceras idiotices. Big brother, falta de assunto, apagão, mais promessas e tantas outras bobagens comuns ao início de todos os anos.

Tô nem aí.
Esta foto foi tirada da varanda do quarto do Tropical Tambaú.
Precisa mais?

(Torço pra que vocês tenham tido uma “fórguinha” tão boa quanto a nossa.)