FLUMINENSE 2 X 2 GRÊMIO
Pra mim, o Grêmio não fede nem cheira. Tá lá longe, não gosto do Luxemburgo nem de seus “pojetos”. Do Fluminense gosto menos ainda. Coisas de torcedor.
Mas o fato é que até agora, fim do primeiro tempo, está sendo um jogão.
Poucas faltas, muitas chances e pra mim, rubro-negro que sou, atualmente quando vejo mais de quatro passes certos me sinto nos Jardins do Éden.
A troca do Elano por Mirales deve ter sido a mais certa do ano.
O Elano no Santos estava dando dó.
E o Mirales no Grêmio estava meio chove não molha, acho.
Os dois agora estão deitando e rolando.
No Grêmio, Gilberto Silva e Zé Roberto (mas que ca-be-li-nho, hein?) passam um pouco de dignidade - coisa cada vez mais rara no “ftêbol”.
No Fluminense dá gosto de ver o Deco: é craque.
O Fred podia, perfeitamente, ser escalado num “zorra total” da vida.
Ele tem cara de comediante. Mas, argh, é eficiente.
9 do segundo tempo, falta na entrada da área do Fluminense. Elano incorpora Ronaldinho Gaúcho, aposta no pulo da barreira e se dá bem. Rasteirinha no canto, 1 X 0.
Aos 13, corner para o Flu, a bola sobra pro Digão empurrar e empatar.
Aos 17, Rafael Sobis dá uma porrada certeira de fora da área.
Gaveta. 2 X 1.
O profexô põe Marcelo Moreno em campo. Exatamente 43 segundos após entrar em campo ele dá uma cotovelada no Rafael Sobis e é expulso. Sai dizendo que é armação da arbitragem para ajudar o Fluminense. (Esse deve ter uma boa [?] assessoria de comunicação...)
Aos 40, falta para o Grêmio, Léo Gago solta a pancada, o goleiro rebate e Zé Roberto empata.
Promessa de altas emoções nos minutos finais. Não cumprida.
Mas, foi um jogão!
(Se, em Belo Horizonte, a noite for calma, acho que o brasileirão acaba hoje.)
ATUALIZAÇÃO:
Noite calma nas Alterosas.
SANTOS 2 X 2 ATLÉTICO
Obs.: o Neymar jogou ontem na Polônia, fez dois gols, pegou um avião, chegou hoje, jogou e fez um golaço.
Tudo muito lindo mas... Até quando esse cara vai aguentar?
quarta-feira, 17 de outubro de 2012
terça-feira, 16 de outubro de 2012
CHURRASQUEIROS
Seja na laje da Rocinha (regado a Nova Schin) ou no espaço gourmet da cobertura do Leblon (regado a cerveja artesanal de trigo) os churrascos têm uma coisa em comum: o Churrasqueiro.
Claro que ele não é o mesmo. A atitude é que é a mesma em qualquer situação. Por algum estranho motivo o cidadão, quando envolvido com carnes, temperos, carvão e calor, assume a postura de quem está no cumprimento de uma missão divina.
Aí, a conversa é entrecortada, o Churrasqueiro, na maior parte do tempo apresenta um olhar meio perdido, executa rituais incompreensíveis, murmura frases desconexas como “Hmmm, agora vamos ver você, querida fraldinha...”, enfim, habita um plano espiritual evoluído e somente acessível aos ungidos pela gordura que respinga teimosamente.
Nós, os eleitos para ter a suprema graça de saborear a “querida fraldinha”, devemos tomar a cervejinha (seja Nova Schin ou artesanal de trigo) e aguardar humildemente a hora que o ungido distribui o resultado de seu complexo ritual. Nesse momento é de bom tom salivar, revirar os olhos e elogiar. Mesmo que a carniça esteja torrada.
Aí o Churrasqueiro desperta com os aplausos, se realiza e volta ao convívio com os mortais. Por poucos instantes, pois logo é a vez dela, a estrela máxima do show: a Picanha!
O Churrasqueiro, após fazer o pedaço de boi passear por baixo das narinas dos eleitos, emenda com explicações detalhadas sobre a qualidade da peça, sobre como ele faz o corte perfeito etc, etc e volta ao seu plano espiritual evoluído.
Você já não aguenta mais, está meio bêbado e enjoado, mas não tem escapatória. Ir embora antes da picanha é ofensa gravíssima passível de pesadas punições sociais. Então o jeito é aguardar, salivar, revirar os olhos, elogiar e se pirulitar logo depois; jurando que, na próxima, vai se incluir fora dessa.
Temperado engano. Você vai voltar.
Claro que ele não é o mesmo. A atitude é que é a mesma em qualquer situação. Por algum estranho motivo o cidadão, quando envolvido com carnes, temperos, carvão e calor, assume a postura de quem está no cumprimento de uma missão divina.
Aí, a conversa é entrecortada, o Churrasqueiro, na maior parte do tempo apresenta um olhar meio perdido, executa rituais incompreensíveis, murmura frases desconexas como “Hmmm, agora vamos ver você, querida fraldinha...”, enfim, habita um plano espiritual evoluído e somente acessível aos ungidos pela gordura que respinga teimosamente.
Nós, os eleitos para ter a suprema graça de saborear a “querida fraldinha”, devemos tomar a cervejinha (seja Nova Schin ou artesanal de trigo) e aguardar humildemente a hora que o ungido distribui o resultado de seu complexo ritual. Nesse momento é de bom tom salivar, revirar os olhos e elogiar. Mesmo que a carniça esteja torrada.
Aí o Churrasqueiro desperta com os aplausos, se realiza e volta ao convívio com os mortais. Por poucos instantes, pois logo é a vez dela, a estrela máxima do show: a Picanha!
O Churrasqueiro, após fazer o pedaço de boi passear por baixo das narinas dos eleitos, emenda com explicações detalhadas sobre a qualidade da peça, sobre como ele faz o corte perfeito etc, etc e volta ao seu plano espiritual evoluído.
Você já não aguenta mais, está meio bêbado e enjoado, mas não tem escapatória. Ir embora antes da picanha é ofensa gravíssima passível de pesadas punições sociais. Então o jeito é aguardar, salivar, revirar os olhos, elogiar e se pirulitar logo depois; jurando que, na próxima, vai se incluir fora dessa.
Temperado engano. Você vai voltar.
domingo, 14 de outubro de 2012
HAJA ENTREVISTA: LOR
LOR (Luiz Oswaldo Rodrigues) é médico e cartunista.
Ou cartunista e médico como podemos ver a seguir.
Ou cartunista e médico como podemos ver a seguir.
Por que você começou a desenhar, o que desenhava, etc.
(“Etc” significa tudo o mais que você achar importante para o deleite dos milhares e milhares de leitores deste blog.)
(“Etc” significa tudo o mais que você achar importante para o deleite dos milhares e milhares de leitores deste blog.)
Desenhava porque gostava, como todo
menino, mas meu pai me incentivava muito, inclusive, comprando desenhos meus.
Depois, pelas mãos do Ziraldo, virei cartunista, porque meu irmão Ernesto
Rodrigues, jornalista, levou uns rabiscos meus pro Ziraldo ver e ele me
convidou para o Pasquim.
Daí, panhei gosto.
Daí, panhei gosto.
Alguma história (que possa ser
contada) da época do Pasquim?
Conheci Henfil, Jaguar, Fortuna e Millôr.
Millôr, ao saber meu pseudônimo, disse imediatamente
que ele era mil vezes mais cartunista do que eu. Concordei.
Influências no traço? Se sim,
quais, como, etc.
Ziraldo no traço, Nilson na ideologia e Henfil na onipotência.
Como assim,
"onipotência"?
Henfil acreditava que poderia mudar o mundo com sua arte.
Eu também.
Temos vários exemplos de
cartunistas que se “agregam”.
O grupo mais famoso talvez seja
Los 3 Amigos – Angeli, Laerte e Glauco. Você tem agregados ou já se agregou a
algum grupo?
Tivemos aqui o HUMORDAZ, o Grupo Mineiro de Desenho e a Revista KYX93
com Nilson,
Aroeira, Afo, Mário Vale, Procópio, Dirceu, Filó, Chico Marinho, os mais
assíduos no antigamente.
Depois veio a internet e acabou com a comunicação humana.
E o prêmio LOR? Surgiu como,
visa o quê?
Uns malucos gentis resolveram que eu sou um mestre dos quadrinhos e
batizaram um troféu com meu nome. Felizmente, a coisa não foi prá frente.
E a medicina? Serve como
inspiração?
A medicina me sustentou como profissão, o que me permitiu ser um
cartunista independente e atrevido. Não fosse isso, estaria fazendo cartunzinho
prá agradar patrão.
Filosoficamente, a medicina e a atividade científica que decorreu dela são profissões gratificantes intelectualmente e desafiadoras e assim fornecem alimento para o lado direito do meu cérebro.
Inversamente, o humor desconstrói saudavelmente a pompa e a arrogância da ciência e da medicina.
Filosoficamente, a medicina e a atividade científica que decorreu dela são profissões gratificantes intelectualmente e desafiadoras e assim fornecem alimento para o lado direito do meu cérebro.
Inversamente, o humor desconstrói saudavelmente a pompa e a arrogância da ciência e da medicina.
Rapaz, "pompa e arrogância
da ciência e da medicina" dá papo pra uma semana...
Pois é. Ainda que o primeiro princípio da ciência seja a dúvida, acabamos por ter certeza de um conjunto de conhecimentos que nos convencem de que estamos sempre certos.
O resultado é a tentação para cedermos à pompa e à arrogância. Poucos escapam e não sou um deles.
Pois é. Ainda que o primeiro princípio da ciência seja a dúvida, acabamos por ter certeza de um conjunto de conhecimentos que nos convencem de que estamos sempre certos.
O resultado é a tentação para cedermos à pompa e à arrogância. Poucos escapam e não sou um deles.
sábado, 13 de outubro de 2012
QUAL É A SUA?
A pergunta é a seguinte: Que música você gostaria de ter feito?
Aquela que você consideraria que, uma vez pronta, já seria seu passaporte para se mandar daqui. Feliz.
-“Ah! São muitas...”
-Não vale. Escolhe UMA SÓ!
Eu fiz o seguinte: enumerei um monte delas e sorteei.
Deu 39 = "While My Guitar Gently Weeps" do George Harrison.
Aquela que você consideraria que, uma vez pronta, já seria seu passaporte para se mandar daqui. Feliz.
-“Ah! São muitas...”
-Não vale. Escolhe UMA SÓ!
Eu fiz o seguinte: enumerei um monte delas e sorteei.
Deu 39 = "While My Guitar Gently Weeps" do George Harrison.
quinta-feira, 11 de outubro de 2012
RESUMO DA ÓPERA
Todo mundo devidamente condenado, o Barbosão é alçado a salvador da pátria, o Lewandowski é o execrado da vez, tudo muito bonitinho.
Mas, prefiro aguardar o resultado depois que a notícia esfriar.
Porque depois desse carnaval fora de época vem a tal da dosimetria. Manja dosimetria?
É quando os excelentíssimos vão definir a pena de cada condenado.
Daí...
Mas, prefiro aguardar o resultado depois que a notícia esfriar.
Porque depois desse carnaval fora de época vem a tal da dosimetria. Manja dosimetria?
É quando os excelentíssimos vão definir a pena de cada condenado.
Daí...
quarta-feira, 10 de outubro de 2012
BH - RIO
Só começo a contar depois da Mannesmann. Aí, se estou sozinho, música e rally. Explicando: marco a quilometragem, desando a fazer contas, marco o tempo no ritmo, checo a média horária, enfim, tento tudo pra tornar a viagem menos chata.
Foi-se o tempo em que essa jornada era agradável. Eram curvas mais do que conhecidas, viaduto das Almas (tchan, tchan, tchan-tchan), Congonhas, Ôbá! Passei o Cupim em pouquinho mais de uma hora. Estaria indo bem se não fossem os radares e quebramolas que se revezam na gloriosa tarefa de nos levar a elucubrações criminosas quanto às autoridades constituídas.
Leiteria São Luiz. Tem um sanduba da melhor qualidade.
Mas, eu quero é chegar. Prometo que paro na volta.
Ewbank da Câmara fazia lembrar a piada velha do prefeito que decretou mão única na “avenida” e foi todo mundo embora... Aliás, parece assim até hoje.
Juiz de Fora, pista dupla, aí é que ficava bom mesmo! Ficava. Porque hoje, são radares e quebramolas se revezando na gloriosa tarefa de te levar a elucubrações criminosas quanto às autoridades constituídas.
E tome pedágio. Até que, pela qualidade da estrada, valeria. Se não fossem os radares e quebramolas que te levam a elucubrações criminosas quanto às autoridades constituídas.
Posto Brasão, Areal, paredão de pedra que tira o fôlego, começa a subida da serra. A ideia é subir e descer rápido o bastante para dar estalos no ouvido. O que sempre foi possível até que surgiram os radares e quebramolas que produzem elucubrações criminosas quanto às autoridades constituídas.
Baixada, último pedágio e o Rio te recebe a peidos. O fedor é evitado fechando o ar de fora. Vantagens da modernidade.
Engarrafamento óbvio num viaduto da linha vermelha, tudo parado e tudo balançando. Graças a um engenheiro amigo, aprendi que: se não balançar, essa merda cai e babau! Então, faço cara de paisagem e tento abafar, com fartos goles de água, a vontade de fumar. O que é totalmente desaconselhável nesse trecho porque se abrir o vidro o fedor tira todo o sabor do cigarro. Se não abrir budunzeia o carro todo e arde o olho.
Linha Vermelha, velocidade máxima 90km/h. Velocidade real 10km/h. Perimetral, velocidade máxima 80km/h. Velocidade real 12km/h. Aterro, velocidade máxima 70km/h. Velocidade real 90km/h.
Escapo com galhardia de todas essas armadilhas, Prado Júnior, avenida Atlântica, Leme. Cheguei.
Como sempre, nos últimos tempos, jurando que não vale mais a pena vir de carro. Mas, amanhã passa e começo a babar pela volta.
O que é uma outra história...
terça-feira, 9 de outubro de 2012
domingo, 7 de outubro de 2012
CATALUNHA 2 X 2 ESPANHA
Melhor assistir Barcelona X Real Madrid do que a im-pres-sio-nan-te cobertura eleitoral da GloboNews, com direito a informações fundamentais (às 14h do domingo!) no gênero “Para votar bem, saiba tudo sobre como um prefeito deve se comportar...”.
A ESPN com o som adiantado em relação à imagem. Boa solução para aparentar uma improvável qualidade da narração. Ainda assim, estranhas emoções são proporcionadas pelas intervenções do Tr(argh)jano e seus miquinhos amestrados. (Ainda bem que o Juca-Senil-Kfoury deve estar resfolegando em outras mídias...)
O jogo é no Camp Nou – estádio do catalão Barcelona.
A Catalunha quer a independência desde mil setecentos e talzinho.
Aí, aos 17 minutos de jogo, a torcida – cerca de cem mil pessoas – começa a gritar “Independência!” e a abanar bandeiras da Catalunha.
Emocionante para os 7 milhões e meio de catalães que lutam pela causa.
Observação pentelha: há uns 300 anos os caras querem a independência e não conseguem. Ô povinho ranheta!
Os catalães somam menos gente do que o Rio de Janeiro. Por que eles não vão pra praia e deixam isso pra lá? Por que? Por que?? (Aguardamos respostas dos sociólogos de plantão.)
22 do primeiro tempo, Cristiano Ronaldo, que anda fazendo beicinho por não ter sido eleito o melhor jogador da Europa, faz 1X0, se admira no telão e esquenta a coisa.
Aos 30, a bola sobra pro Messi na cara do gol. Gato no saco.
15 do segundo tempo o Messi põe, de falta, na gaveta. Golaço!
Aos 20, Ozil põe o Cristiano Ronaldo na cara do gol. O tristinho não vacila: 2X2.
Jogão.
A única diferença, preocupante, do Barcelona do Guardiola para o do Tito é que agora vemos chutões (ligações diretas como preferem os politicamente corretos) que não se viam até então. Mas, ainda bem, Messi, Iniesta, Xavi e agradáveis surpresas como o Montoya, continuam com a classe de sempre.
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sábado, 6 de outubro de 2012
PAROLE, PAROLE, PAROLE...
Vivemos no país da conveniente falta de memória.
Então, só pra chatear, segue trecho de um artigo do Mino Carta.
“... Por que o mensalão petista vai ao tribunal antes daqueles tucanos que o precederam?
Por que Daniel Dantas, que esteve por trás de todos, não está no banco dos réus?
Por que as operações policiais que desnudaram seus crimes adernaram miseravelmente?
Por que o disco rígido do Opportunity, sequestrado pela Polícia Federal durante a Operação Chacal e entregue ao STF, nunca foi aberto?
No fim de 2005 dirigi esta pergunta ao então diretor da PF, Paulo Lacerda, na presença de Luiz Gonzaga Belluzzo e Sergio Lirio. O delegado, anos depois desterrado para Portugal, respondeu:
-‘Se abrirem, a República acaba’.”
Então, só pra chatear, segue trecho de um artigo do Mino Carta.
“... Por que o mensalão petista vai ao tribunal antes daqueles tucanos que o precederam?
Por que Daniel Dantas, que esteve por trás de todos, não está no banco dos réus?
Por que as operações policiais que desnudaram seus crimes adernaram miseravelmente?
Por que o disco rígido do Opportunity, sequestrado pela Polícia Federal durante a Operação Chacal e entregue ao STF, nunca foi aberto?
No fim de 2005 dirigi esta pergunta ao então diretor da PF, Paulo Lacerda, na presença de Luiz Gonzaga Belluzzo e Sergio Lirio. O delegado, anos depois desterrado para Portugal, respondeu:
-‘Se abrirem, a República acaba’.”
sexta-feira, 5 de outubro de 2012
HORA DANÇANTE - 21
Tenho um certo “nervo” de ver ceguinho cantando. Parece que
eles vão cair ou pior, quando inventam coisas escabrosas como fez o Stevie
Wonder no Rock in Rio deitando no chão com o teclado na barriga, etc.
Falando nisso, vocês viram o último CD do Stevie? Não? Nem ele...
(Péssima, mas irresistível.)
Assisti o Ray Charles no Olympia em 1972. (Como é que eu
ainda lembro disso??) Doidões ele e a plateia...
Assisti de novo, 20 anos depois, no Parque das Mangabeiras
em BH, debaixo de uma lua cheia inacreditável. Caretões ele e a plateia...
Ô vida!
quinta-feira, 4 de outubro de 2012
A HISTÓRIA REAL
Após ouvir o voto do digníssimo revisor da Ação Penal 470, sinto-me obrigado a relatar aos milhares e milhares de leitores desse blog o que realmente aconteceu:
Numa tarde, lá pelo início do século, estavam jogando purrinha na majestosa sala da diretoria da SMP&B, o gênio do mal e seus asseclas mais próximos.
O tédio dominava a todos quando o gênio do mal propôs:
-“Vambora montar uma corrupçãozinha e levantar uma grana preta?”
-“Como? Como?” Perguntaram seus asseclas ansiosos.
-“Fácil. Pegamos o tesoureiro do PT, que é uma besta, armamos com bancos e financeiras, inventamos empréstimos monstruosos e distribuímos a grana para os pobres deputados necessitados. Tadinhos.”
-“Boa! Vamlá!”
E assim foi feito.
A coisa cresceu mais do que eles imaginaram e explodiu tal e qual aquela bomba do Riocentro: no colo deles.
O resto vocês sabem: segundo o ilustríssimo revisor, Zé Dirceu, Genoino (e tantos outros mais) não sabiam das tenebrosas transações que se davam debaixo de suas mesas, ocupadíssimos que estavam cuidando do bem estar da nação.
O eminentíssimo, cheio das citações, só não emitiu a que seria fundamental (em Casablanca):
Capitão Renault, depois que o Rick atira no Major Strasser:
-(para os guardas): “Round up the usual suspects.”
E segue o baile.
E segue o baile.
quarta-feira, 3 de outubro de 2012
HÁ QUE SE RESPEITAR
Data vênia, ali o mais bobo dá nó em pingo d’água com luva de boxe.
Hoje, depois do Joaquim Barbosa explicitar o seu longo voto, já às sete da noite, com os digníssimos dando sinais de eminentíssima exaustão, eis que o Lewandowski, com jovial atitude dado o adiantado da hora, se dispõe a votar.
Condena rapidinho os que devem ser condenados e absolve o Genoino.
Até aí, tudo bem. É legítimo direito dele usar dos milhares de subterfúgios que a nossa douta, ínclita e egrégia “justiça” coloca à disposição de Suas Excelentíssimas Excelências.
A grande jogada do cidadão foi esgotar o sagrado horário do whiskinho e deixar para amanhã seu voto sobre o Zé Dirceu.
A Rêdigrobo já deve estar negociando a contratação do ilustríssimo para cuidar da programação e consequente manutenção da audiência.
Hoje, depois do Joaquim Barbosa explicitar o seu longo voto, já às sete da noite, com os digníssimos dando sinais de eminentíssima exaustão, eis que o Lewandowski, com jovial atitude dado o adiantado da hora, se dispõe a votar.
Condena rapidinho os que devem ser condenados e absolve o Genoino.
Até aí, tudo bem. É legítimo direito dele usar dos milhares de subterfúgios que a nossa douta, ínclita e egrégia “justiça” coloca à disposição de Suas Excelentíssimas Excelências.
A grande jogada do cidadão foi esgotar o sagrado horário do whiskinho e deixar para amanhã seu voto sobre o Zé Dirceu.
A Rêdigrobo já deve estar negociando a contratação do ilustríssimo para cuidar da programação e consequente manutenção da audiência.
segunda-feira, 1 de outubro de 2012
PROFESIONALES...
Muito mais do que eu gostaria, tenho convivido com casos de amigos(as) e conhecidos(as) envolvidos com as chamadas ocorrências médicas.
É uma internação aqui, uma operação ali e muitos mais eticéteras do que vale a pena citar.
Em todos os casos existe uma constante: a família, e/ou os amigos
e/ou - muitas vezes - os próprios protagonistas, sentem-se inseguros com a atuação dos valorosos mantenedores da saúde.
Quando eu era menino a instituição “médico da família” diagnosticava e orientava os procedimentos para a cura de enfermidades várias.
Não tinha discussão. O doutor falou, tá falado.
E dava certo - na grande maioria das vezes. Quando, muito de vez em quando, não dava, aceitava-se o fato de uma “vontade divina”.
E seguia a vida.
Hoje não existe mais o clínico geral. A humanidade está entregue aos especialistas. E o Hipócrates da vez, se for especialista em cotovelo esquerdo, jamais irá se aventurar em emitir uma simples opinião sobre o pulso direito.
Resultado: -Você confia no seu médico?
Resposta: -De qual deles você está falando?
Por essas e muitas outras evito, o mais que posso, contato com essa categoria profissional. (E... Bota “profesional” nisso!)
sábado, 29 de setembro de 2012
MISTUREBA
Sabe como é? Uma coisa leva a outra que leva a outra...
Porreta esse Bruckheimer!
Gosto do CSI.
Pela ordem (essa Ação Penal 470 está acabando comigo...), Vegas, Miami e NY.
Pela ordem (essa Ação Penal 470 está acabando comigo...), Vegas, Miami e NY.
Aí lembro que o Jerry Bruckheimer (1945) é o produtor das séries (além
de Cold Case, Top Gun e Piratas do Caribe entre muitas outras)
e aí lembro que ele é fã do Who.
e aí lembro que ele é fã do Who.
Que era formado por Keith Moon (o melhor baterista de rock
de todos os tempos na minha humilde opinião), Pete Towshend na guitarra (monstrão),
John Entwistle no baixo (monstro) e Roger Daltrey nos vocais (melhor rodando
microfone do que desafinando regularmente).
E aí volto ao CSI: no Vegas a abertura é com “Who Are You”, Miami é “Won't' Get
Fooled Again” e NY é “Baba O’Riley”. Todas do Who é claro.
Porreta esse Bruckheimer!
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sexta-feira, 28 de setembro de 2012
CARAS É HORS CONCOURS NO IBN*
E já que hoje, data vênia, os eminentíssimos estão de folga, vamos aquecer o fim de semana com algumas (das infindáveis) pérolas da Caras:
Cleo Pires desvenda-se em viagem a Turquia
Fátima Bernardes se reinventa
Deborah Secco revela-se uma nova mulher
Top Ana Beatriz faz planos de casamento na neve de Caras
* Índice de Babaquice Nacional
Cleo Pires desvenda-se em viagem a Turquia
Fátima Bernardes se reinventa
Deborah Secco revela-se uma nova mulher
Top Ana Beatriz faz planos de casamento na neve de Caras
* Índice de Babaquice Nacional
quinta-feira, 27 de setembro de 2012
CAUSA ESPANTO
Nessa comédia de mau gosto que é o julgamento da Ação Penal 470 (porco na cabeça) o Joaquim Barbosa apavora seus pares quando usa, simplesmente, o bom senso. Ontem ele interrompeu o Lewandowski para reclamar da hipocrisia com que o douto revisor tratava seu voto.
Ah, Margarida, pra quê!
Os ilustríssimos se arrepiaram e, em coro, dispararam uma penca de autoelogios e citações esdrúxulas censurando o comportamento da Vossa Excelência escura. (Em português claro, é uma viadagem sem fim.)
O Barbosa prometeu, para hoje, uma réplica rápida. Vale conferir.
Ah, Margarida, pra quê!
Os ilustríssimos se arrepiaram e, em coro, dispararam uma penca de autoelogios e citações esdrúxulas censurando o comportamento da Vossa Excelência escura. (Em português claro, é uma viadagem sem fim.)
O Barbosa prometeu, para hoje, uma réplica rápida. Vale conferir.
FLAMENGO 2 X 1 ATLÉTICO
Observações aleatórias.
(Até porque, como já cansei de falar pro Weber, no momento, o Flamengo é um assunto irrelevante.)
Primeiro tempo:
Joguinho morno tendendo a ótimo com o gol inacreditável do Wagner Love.
O Jô parece com o Gilberto Gil anos 70.
O Arnaldo Cesar Coelho, comentarista de arbitragem é, para resumir, patético. E com o agravante: ele não tem dúvidas, ele tem certeza da imbecilidade que habita as nossas cabeças enquanto espectadores. (Putz! “enquanto espectadores” é de matar, né não?)
Lugar comum provinciano: o Rever, se jogasse em qualquer time do Rio ou São Paulo, seria titular da seleção.
O Ronaldinho não veio, mas disse que está pensando no jogo.
Até agora a cidade está em paz. Ou, melhor, em clima de velório.
Vou votar na Maria 50.
Segundo tempo:
Ramon toma uma bolada na bochecha e cai durinho. Recuperado em tempo recorde, fico torcendo para que o impacto tenha produzido um improvável encontro de neurônios.
Golaço do Gilberto Gil anos 70. Três (03) foguetinhos. Eles continuam com meeedo...
Ramon desaba, acorda, diz que está pronto para o salto em altura e é substituído.
Golaço do Liedson – quase fazendo lembrar o Bebeto.
Ronaldinho, depois de muito pensar, chutou uma bola fácil pro Felipe.
Só pra me sacanear o Rever dá uma porrada no Cáceres e é expulso. Confusão, o narrador global me informa que “Há uma certa animosidade no ar...”
Richarlyson começou o jogo elétrica, apagou-se e voltou a brilhar tomando um amarelo.
As perguntas dos internautas da “RêdiGrobo” são selecionadas a partir de profundos estudos que indicam a necessidade de portar um QI abaixo de 5 para ter seus 5 segundos de fama.
A dez pontos do rebaixamento, continuo achando que o Flamengo é, no momento, um assunto irrelevante. Principalmente pela atual diretoria. Que nada mais é do que o resultado do acúmulo de anos e anos de incompetência - para ser elegante.
Mas, que delícia, BH está em paz. Ou, melhor, em clima de velório.
quarta-feira, 26 de setembro de 2012
CURVAS DE BANGKOK - 2
Paulo Emilio de Medeiros
UM PAÍS ONDE A GENEROSIDADE
REGE O TRÂNSITO...
Um motorista tailandês do escritório onde trabalho foi perguntado por um ocidental sobre qual era a regra tailandesa de preferência no trânsito, em cruzamentos. Permaneceu em silêncio.
O estrangeiro insistiu: - Mas o que acontece quando você chega num cruzamento? Entre o carro que você está dirigindo e um que venha na outra rua, como é decidida a preferência?
Recebeu a seguinte resposta: - Sir, if the other driver is generous, he will let me go. (Senhor, se o outro motorista for generoso, ele me deixará passar.)
E é assim mesmo em Bangkok. Na volta para casa hoje, depois de ouvir este caso, vim prestando atenção, e vi um monte de pequenas generosidades... Também pratiquei algumas!
UM PAÍS ONDE A GENEROSIDADE
REGE O TRÂNSITO...
Um motorista tailandês do escritório onde trabalho foi perguntado por um ocidental sobre qual era a regra tailandesa de preferência no trânsito, em cruzamentos. Permaneceu em silêncio.
O estrangeiro insistiu: - Mas o que acontece quando você chega num cruzamento? Entre o carro que você está dirigindo e um que venha na outra rua, como é decidida a preferência?
Recebeu a seguinte resposta: - Sir, if the other driver is generous, he will let me go. (Senhor, se o outro motorista for generoso, ele me deixará passar.)
E é assim mesmo em Bangkok. Na volta para casa hoje, depois de ouvir este caso, vim prestando atenção, e vi um monte de pequenas generosidades... Também pratiquei algumas!
terça-feira, 25 de setembro de 2012
ATÉ QUE DE VEZ EM QUANDO...
No meio de milhares de textos de auto-ajuda, preces, fotos
de pratos de comida e, é claro, muuuito amooor, aparece uma boa no
fêicibúqui...
E essa é ótima!
(Valeu, Tuca Maciel.)
domingo, 23 de setembro de 2012
CURVAS DE BANGKOK
Paulo Emilio de Medeiros
Dirigir em Bangkok pode ser uma delícia. (Nunca imaginei que fosse dizer isso.)
Na verdade, aqui talvez seja a cidade onde tive maior prazer dirigindo. As razões são várias. A principal, para mim, é a necessidade de buscar espaços - senão você não anda; o que faz do dirigir um jogo, como num parque de diversões.
Apesar disso, o trânsito não é selvagem. Há quase total ausência do som de buzinas, e a maioria dos motoristas é paciente e educada. Mesmo no maior engarrafamento, com o trânsito totalmente parado por quinze minutos, não há ninguém buzinando, abrindo o vidro para reclamar ou acelerando o carro com força. Acho que é um toque de sabedoria budista; de aceitação do que é inevitável naquele momento.
Nada é perfeito... Têm o mau hábito de bloquear cruzamentos; se o sinal está aberto, tendem a ir, mesmo que seja só para andar poucos metros e ficarem engarrafados no meio do cruzamento.
Os motociclistas, por sua vez – há em grande número – são alucinados. Ultrapassam ao mesmo tempo pelos dois lados, mesmo em ruas estreitas de duas mãos. Frequentemente ultrapassam pela esquerda quando vão virar à direita logo depois, e pela direita, quando vão virar à esquerda.
Quanto aos ônibus, às vezes param no ponto na pista do meio, longe do passeio, para deixar e receber passageiros, que então têm que cruzar uma pista para chegar à calçada. Quando isso acontece, os carros que vêm atrás param, deixam os passageiros passarem, e as coisas se resolvem. Ninguém xinga ou faz escândalo.
Outra razão para meu prazer ao dirigir é o traçado das ruas. Bangkok tem grandes avenidas, que fazem quarteirões enormes. Um emaranhado de ruas e ruelas permite o acesso ao interior desses quarteirões. Muitas são sem saída, outras não; a maioria é bem estreita, e algumas são estreitíssimas. Quase nenhuma tem passeio.
Esse traçado urbano faz de Bangkok um mistério permanente, que nunca será desvendado. Se a gente quer escapar dos engarrafamentos nas grandes vias, o jeito é ir por essas ruelas, quando existe essa alternativa. Faço trajetos - sinuosos - desse tipo todo dia, para ir e voltar do trabalho. Aumentam a distância, mas reduzem muito o tempo gasto. Vou me desviando das ocasionais bicicletas e das pessoas a pé que às vezes vão pela rua empurrando carrinhos de vender comida; ou espero com paciência uma oportunidade para ultrapassá-las. E vou tomando cuidado com as motos, que vão se desviando de mim e me ultrapassando.
Olho o que há para ser visto nesse cenário de ruelas: um bando de tailandeses na porta de uma lojinha; um casal idoso que quase todo dia está sentado na parte de trás de uma camionete, em frente a uma loja, olhando a vida passar; ou uma família inteira numa lambreta, a mãe na garupa, um filho entre ela e o pai, e o outro filho em pé na frente do pai.
Viver na Tailândia, para alguém inserido no mundo ocidental, é uma oportunidade de convivência com ideais budistas de vida; e um aprendizado de tolerância e de diferenças culturais.
Bangkok, 23 de setembro de 2555
sexta-feira, 21 de setembro de 2012
HORA DANÇANTE - 20
Roy Orbison (1936/1988) tem uma história e tanto.
Quem quiser
pode ver tudo aqui: http://www.royorbison.com
Um resumo trágico é o seguinte: em 1966 a mulher dele caiu
do banco traseiro da moto e morreu. Em 1968 um incêndio destruiu sua casa e
matou dois de seus três filhos. Na década de 70 estava quebrado e passou por
uma cirurgia no coração. Morreu aos 52 anos.
Mas o cidadão era bom mesmo!
Só pra exemplificar, diz a lenda os Beatles ficaram honrados pela oportunidade de fazer uma turnê com ele em 1963.
Precisa mais?
Nesses vídeos aí embaixo tem uma galerinha acompanhando: Bruce Springsteen, K.D. Lang, Elvis Costello e Tom Waits, entre outros.
Só pra exemplificar, diz a lenda os Beatles ficaram honrados pela oportunidade de fazer uma turnê com ele em 1963.
Precisa mais?
Nesses vídeos aí embaixo tem uma galerinha acompanhando: Bruce Springsteen, K.D. Lang, Elvis Costello e Tom Waits, entre outros.
terça-feira, 18 de setembro de 2012
FESTIVAL DE VERGONHA ALHEIA NA COPA 2014
Essa coisa patética aí do lado é o “Mascote Oficial da Copa 2014”.
E você, prezado leitor antenado, poderá votar no “Nome Oficial do Mascote Oficial da Copa 2014”.
Suas opções são: Amijubi, Zuzeco ou Fuleco.
A escolha dos nomes foi definida por um comitê composto por Bebeto, Arlindo Cruz (que escreveu uma música para o animal "Tatu Bom de Bola"), Thalita Rebouças, Roberto Duailibi e Fernanda Santos.
Amijubi é a união das palavras "amizade" com "júbilo", duas características marcantes da personalidade do mascote, e que, segundo FIFA, refletem a maneira de ser dos brasileiros. Além disso, o nome original está ligado ao tupi guarani, em que a palavra "juba" quer dizer amarelo, cor predominante do mascote.
Fuleco é uma mistura das palavras "futebol" e "ecologia", dois componentes fundamentais da Copa do Mundo 2014. O nome do mascote mostra como essas duas palavras combinam pefeitamente e ainda incentivam as pessoas a ter mais cuidado com o meio ambiente.
Zuzeco é a formado pelas palavras "azul" e "ecologia". O azul representa a cor dos mares da costa brasileira, dois rios que cruzam o país e do nosso lindo céu. E é também a cor da carapaça especial do mascote. Pertencente a uma espécie vulnerável, o mascote também sabe o quanto é importante divulgar e incentivar a conscientização ecológica entre seus amigos do mundo inteiro.
Difícil saber o que é pior: se os nomes ou as explicações...
E você, prezado leitor antenado, poderá votar no “Nome Oficial do Mascote Oficial da Copa 2014”.
Suas opções são: Amijubi, Zuzeco ou Fuleco.
A escolha dos nomes foi definida por um comitê composto por Bebeto, Arlindo Cruz (que escreveu uma música para o animal "Tatu Bom de Bola"), Thalita Rebouças, Roberto Duailibi e Fernanda Santos.
Amijubi é a união das palavras "amizade" com "júbilo", duas características marcantes da personalidade do mascote, e que, segundo FIFA, refletem a maneira de ser dos brasileiros. Além disso, o nome original está ligado ao tupi guarani, em que a palavra "juba" quer dizer amarelo, cor predominante do mascote.
Fuleco é uma mistura das palavras "futebol" e "ecologia", dois componentes fundamentais da Copa do Mundo 2014. O nome do mascote mostra como essas duas palavras combinam pefeitamente e ainda incentivam as pessoas a ter mais cuidado com o meio ambiente.
Zuzeco é a formado pelas palavras "azul" e "ecologia". O azul representa a cor dos mares da costa brasileira, dois rios que cruzam o país e do nosso lindo céu. E é também a cor da carapaça especial do mascote. Pertencente a uma espécie vulnerável, o mascote também sabe o quanto é importante divulgar e incentivar a conscientização ecológica entre seus amigos do mundo inteiro.
Difícil saber o que é pior: se os nomes ou as explicações...
sábado, 15 de setembro de 2012
POR FALAR NISSO...
Tive a pachorra de assistir looongos minutos de votação do STF.
A maioria dos votos dos ilustríssimos, eminentíssimos, etc e coisa e tal, fazem lembrar o Djavan (“Bate, finca pé a sangue de rei...”, “Zum de besouro um imã...”, por aí).
MAIS RÁPIDO QUE EU PENSAVA...
Há uns quinze dias eu perguntei aqui:
SERÁ QUE ELE VAI CONTINUAR CALADO?
Parece que não, né?
Mas, a dúvida que fica é: ainda tem muita água pra rolar ou vamos ver de novo as cenas manjadas da CPI do Dr. Carlos da Precipitação de Água Fluvial?
quinta-feira, 13 de setembro de 2012
TÔ ME CONTENTANDO COM (MUITO) POUCO
Flamengo 0 X 2 Santos.
Joguinho feio, chato, mas ver a garotada do Flamengo correndo, marcando e, impressionante, acertando mais de quatro passes seguidos até que foi bom.
Destaque para o Matheus, que nem precisa dizer que é filho do Bebeto. Cara de um, focinho de outro.
E, se não queimarem o garoto, all-in que vai ser melhor que o pai.
Para um time que tem como jogada principal o chutão (ligação direta) do goleiro para o Wagner Love se embaralhar, até que o dois a zero foi bom.
Aos 40 do segundo tempo o "famoso quem" fez para o Santos, aí o Neymar resolveu que tinha que aparecer e, aos 43, marcou um golaço.
Saudade (pero no mucho) do ano passado...
Joguinho feio, chato, mas ver a garotada do Flamengo correndo, marcando e, impressionante, acertando mais de quatro passes seguidos até que foi bom.
Destaque para o Matheus, que nem precisa dizer que é filho do Bebeto. Cara de um, focinho de outro.
E, se não queimarem o garoto, all-in que vai ser melhor que o pai.
Para um time que tem como jogada principal o chutão (ligação direta) do goleiro para o Wagner Love se embaralhar, até que o dois a zero foi bom.
Aos 40 do segundo tempo o "famoso quem" fez para o Santos, aí o Neymar resolveu que tinha que aparecer e, aos 43, marcou um golaço.
Saudade (pero no mucho) do ano passado...
quarta-feira, 12 de setembro de 2012
AREIA
Passei a infância e adolescência jogando pelada na praia e futebol de salão no Copaleme.
O futebol de areia (não confundir com essa coisa esquisita que chamam de “beach soccer”) nunca foi meu forte pela simples razão de passar muito tempo sem receber a bola. Nas poucas vezes que defendi o valoroso esquadrão do Copaleme fui escalado na ponta direita e peguei na bola, em média, umas cinco ou seis vezes em intermináveis 90 minutos. Nessa altura eu já estava fumando, enchi o saco de ficar bufando pra lá e pra cá, e fiquei só nas peladas.
Entretanto, foi ali que conheci diversos craques impressionantes como Tide, Artista, Luis Otávio (que foi o primeiro a levar um urubu vivo pra soltar na arquibancada do Maracanã), Canolongo, Pedro e vários outros.
Aí, vem a ESPN e faz um programa sobre o futebol de areia. Muito bonitinho, cheio de cenas, depoimentos, etc. E, certamente, por causa dessa babaquice de não poder usar imagens da concorrência, nem citaram o Edinho (que começou no Copaleme como ponta esquerda, razão pela qual eu recebia poucas bolas - o cidadão era muito bom!) cujo, ao lado do Júnior e do Caju, deve ser um dos maiores craques que a praia já forneceu.
De qualquer maneira, vale assistir.
(Fernando Lobato, é doidêra minha ou o Saquinho é o atual técnico do Areia???)
O futebol de areia (não confundir com essa coisa esquisita que chamam de “beach soccer”) nunca foi meu forte pela simples razão de passar muito tempo sem receber a bola. Nas poucas vezes que defendi o valoroso esquadrão do Copaleme fui escalado na ponta direita e peguei na bola, em média, umas cinco ou seis vezes em intermináveis 90 minutos. Nessa altura eu já estava fumando, enchi o saco de ficar bufando pra lá e pra cá, e fiquei só nas peladas.
Entretanto, foi ali que conheci diversos craques impressionantes como Tide, Artista, Luis Otávio (que foi o primeiro a levar um urubu vivo pra soltar na arquibancada do Maracanã), Canolongo, Pedro e vários outros.
Aí, vem a ESPN e faz um programa sobre o futebol de areia. Muito bonitinho, cheio de cenas, depoimentos, etc. E, certamente, por causa dessa babaquice de não poder usar imagens da concorrência, nem citaram o Edinho (que começou no Copaleme como ponta esquerda, razão pela qual eu recebia poucas bolas - o cidadão era muito bom!) cujo, ao lado do Júnior e do Caju, deve ser um dos maiores craques que a praia já forneceu.
De qualquer maneira, vale assistir.
(Fernando Lobato, é doidêra minha ou o Saquinho é o atual técnico do Areia???)
segunda-feira, 10 de setembro de 2012
A PRAGA PC
Acabei de ler o “Guia Politicamente Incorreto da Filosofia”, de Luiz Felipe Pondé.
Um primoroso “ensaio de ironia” onde o autor detona a atitude e o pensamento politicamente correto (PC) que assola nossas vidas.
(E que o Laerte retrata com, pra variar, genialidade nessa tirinha aí em cima.)
Da aristocracia à baianidade, da culpa à hipocrisia, das religiões aos canalhas cheios de amor, o cidadão é de uma lucidez contundente.
Só pra dar uma ideia, segue um trecho final:
“... A praga PC é apenas mais uma forma enraivecida de recusar a idade adulta e de aniquilar a inteligência. O que ela mais teme é a coragem. Por isso diz que o povo é lindo quando não é, diz que as mulheres estão bem sozinhas quando não estão, ... diz que a natureza é uma mãe quando ela é mais Medeia, nos proíbe de reclamar de gente brega ao nosso redor, ... enfim, não é capaz de reconhecer valor em nada porque nega a própria capacidade humana de fazer discernimento.”
sábado, 8 de setembro de 2012
QUE CRUELDADE!
Nossa única certeza é a morte.
E, claro, passamos a vida tentando não pensar nisso.
Mas, é inevitável, em alguns momentos assumimos a plena consciência do fato. Aí, milhares de perguntas sem resposta se apresentam sem serem chamadas.
Pra mim, a mais chata é:
Será que, pelo menos como um prêmio de consolação, ao morrer, conseguiremos entender tudo o que se passou no nosso cérebro durante essa monótona existência?
Se não, é muita sacanagem.
Se sim, apesar de me parecer mais justo, pode até dar argumento pra quem é chegado numa reencarnarção. E aí, é sacanagem maior ainda...
quinta-feira, 6 de setembro de 2012
"SE NÃO LEVAR PRA CASA, DÁ QUE SOBRA!"
Damásio Franca foi prefeito de João Pessoa entre 1966/1970 e 1978/1982. Segundo informações, era um "compulsivo por obras" e cunhou essa frase que, com a concisão genial típica dos nordestinos, resume o mínimo que deveríamos esperar de um político.
Pi-ri-go, hein?
(Valeu, Kiko.)
Pi-ri-go, hein?
(Valeu, Kiko.)
domingo, 2 de setembro de 2012
PARALIMPÍADAS OU PARAOLIMPÍADAS?
Segundo informações:
... A intenção foi igualar o nome ao uso de todos os outros países de língua portuguesa: Angola, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique, Portugal, São Tomé e Príncipe e Timor Leste, onde já se usava o termo Paralimpíadas.
... A palavra vem do inglês "paralympic", que mistura o início do termo "paraplegic" e com o final de "olympics" para designar o atleta paralímpico.
Acho esquisito, “paralimpíadas”.
Agora, esquisito mesmo, com perdão dos politicamente corretos, é o naipe das figuras participantes. Dou o maior valor, acho muito bacana, mas não assisto de jeito nenhum. Dá agonia ver...
... A intenção foi igualar o nome ao uso de todos os outros países de língua portuguesa: Angola, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique, Portugal, São Tomé e Príncipe e Timor Leste, onde já se usava o termo Paralimpíadas.
... A palavra vem do inglês "paralympic", que mistura o início do termo "paraplegic" e com o final de "olympics" para designar o atleta paralímpico.
Acho esquisito, “paralimpíadas”.
Agora, esquisito mesmo, com perdão dos politicamente corretos, é o naipe das figuras participantes. Dou o maior valor, acho muito bacana, mas não assisto de jeito nenhum. Dá agonia ver...
sábado, 1 de setembro de 2012
HORA DANÇANTE - 19
Ele parece com o Alan (irmão imbecil do Charlie Sheen em Two and a Half Men), mas é muito bom de bola. Ainda mais tocando Beatles.
John Pizzarelli - I've Just Seen a Face
John Pizzarelli Trio: Can´t Buy Me Love
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