segunda-feira, 11 de outubro de 2010
JOHN LENNON - SETENTÃO
É o seguinte: existe rock e existem (ou existiram) os Beatles. Nenhum conjunto chega perto em nenhum aspecto.
Mas, tem sempre um entretanto: pra mim, o John Lennon era um grande pentelho. “Imagine” e “Happy Christmas” são de uma pieguice inenarrável, “Woman is the Nigger of the World” é outra enorme babaquice panfletária e dispensável - assim como aquela japonesa dele que sempre foi uma chatura.
Tá certo que sem ele não haveria Beatles e o planeta teria outra trilha sonora.
Então, resta agradecer o fato dele ter saído de cena para entrar na história. Porque se não, com certeza, o cidadão estaria por aí enchendo o saco, fazendo música pra plantinha, greenpeace e outras pentelhices politicamente corretas.
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Ele sempre foi moderno!
ResponderExcluirDenise,
ResponderExcluirfiquei na dúvida quanto ao seu comentário:
É uma discordância frontal ou uma concordância irônica?
Abs,
Tiago.
Eis o jeitinho Haja Muuito Saco de homenagear alguém que merece.
ResponderExcluirFermento biológico fresco puro fede, mas misturado aos ingredientes certos faz o pão ficar aquela maravilha... faz parte! :)
Como dizia o filósofo urco (habitante do sopé do Pão de Açúcar), "É o meu jeitinho escroto de ser..."
ResponderExcluirBj,
T.
uma ironia, Tiago. Já viste moderno bacana? Li num livro que foi o casal mais neurótico da história do planeta. Têm pinta, os dois.
ResponderExcluirQue alívio!
ResponderExcluirAbs,
Tiago.
Conjunto... conjunto!? Isso tem mais de 70 anos.
ResponderExcluirabs
Sei, sei...
ResponderExcluirAgora é banda, né? Mas é que eu sou do tempo que banda tinha metais, fumar era bonito e dar a bunda era feio!
Abs,
T.